Bem-vindos ao Módulo III Linguagem e Tecnologia.
Postem aqui seus comentários sobre a matéria "Educação na rede", da Revista Isto é.
Cliquem no link abaixo para visualizarem o referido texto:http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/1964/artigo52914-1.htm
Será um prazer estar com vocês no mundo virtual.
Grande abraço,
Clarissa
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
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15 comentários:
Discutir o uso do computador na escola passa necessariamente pela análise do papel da escola no contexto atual da sociedade e, quem é o professor.A sociedade exige da escola “modernização” estrutural e pedagógica. Frente a essas novas “exigências”, tanto a escola particular como a pública, procuram sua inserção e o professor, aparece como personagem importante nesse teatro social, depositário de uma função nobre. Não é mais aquele provedor e dono de conhecimentos inquestionáveis, é muito mais, um orientador e um facilitador.
E a idéia de se trabalhar com o processo "INTERATIVO" nos sugere uma certa modernidade.
E isso fica bem claro na reportagem, onde todo esse processo não acontece de forma isolada, por si só e/ ou pelos alunos. O professor tem papel fundamental para a eficiência desse processo.
Posso assegurar o que digo, quando podemos apreciar no blog construído para a escola em que leciono, onde nossos alunos sentem-se muito mais motivados a "descobertas educativas", trabalhando no Laboratório de Informática ( visite o blog e confira, por exemplo, uma atividade feita no paint por um aluno da 6ª série do ensino fundamental - em RECADOS DOS ALUNOS - http://cefa1.zip.net ).
Concordo em gênero, número e grau com todos os itens citados na reportagem e reforço ainda que, para que esse processo se realize com eficácia , é preciso uma proposta com atividades pedagógicas onde o professor as desenvolva em aula, indicando os tipos de conteúdos que podem ser abordados, bem como as competências e habilidades que podem ser desenvolvidas nesse contexto e assim, teremos verdadeiramente um aprendizado lúdico e prazeroso.
Contribuição da Professora Elizabeth Carla C. Lima - Metro I - Nova Iguaçu
Severina Borges da Silva
Turma: Nova Iguaçu - Turno: Tarde
Todas as escolas deveriam estar informatizadas, com lousas eletrônicas e laboratórios de informática, mas infelizmente isto não acontece, principalmente nas escolas da rede pública estadual.
Já no ensino à distância é um estímulo para quem realmente quer e precisa fazer ensino superior, já que muitas pessoas moram longe de uma universidade ou não tem tempo de frequentar a sala de aula.
É importante deixar claro para os alunos que a linguagem que eles usam para conversar na rede com os amigos não poderá ser utilizada em determinadas ocasiões, pois alguns alunos não conseguem dissociá-la da língua formal e a usam inclusive na escrita em papel.
Muito se tem falado, escrito e discutido sobre Inclusão Digital. Algumas ações já têm sido implementadas no sentido de universalizar o acesso da população, à Internet. Entretanto, a maioria dessas ações está concentrada nos grandes centros ou em suas regiões periféricas. Um dos grandes problemas, que emperram a universalização do acesso da população, fora dos grandes centros urbanos, à Internet, é a ausência de provedores de acesso nas localidades.
A educação escolar precisa de uma forte sacudida, de arejamento, de um choque. A Internet, as redes, o celular, a multimídia estão revolucionando nossa vida no cotidiano. Cada vez resolvemos mais problemas de múltiplas formas, presencial e virtualmente..
As tecnologias são só apoio, meios,mas elas nos permitem realizar atividades de aprendizagem de formas muito diferentes às convencionais. Podemos aprender estando juntos fisicamente e também longe, conectados. Podemos aprender sozinhos e em grupos, podemos aprender no mesmo tempo e ritmo ou em tempos e ritmos diferentes.
O conviver virtual vai tornar-se quase tão importante como o conviver presencial. Isso se consegue com uma gestão administrativa e pedagógica mais flexível, com tempos e espaços menos predeterminados, com modos de acesso a pesquisa e de desenvolvimento de atividades mais dinâmicas.
Concordo plenamente com o que foi escrito na Revista Isto é: "(...) Um dos poucos setores que permanecem distantes das maravilhas tecnológicas foi a educação, justamente onde a inovação é mais necessária (...)" A internet, as tecnologias são excelentes parceiras para a interação e, ainda ferramenta valiosíssima! Contudo, as instituições em geral no Brasil que trabalham com pessoas, deveriam ser as primeiras a gerir as tecnologias, todavia não é isso que verificamos, falta principalmente, vontade política para impulsionar esta inclusão. Estive por um ano, no curso para orientação tecnologica, (OT), trabalharia em um turno de minha unidade com o laboratório de informática, mas ao final do curso, antes mesmo do recebimento do certificado,(já recebi cetificado na rural) o cargo foi extinto. Nas duas escolas que trabalho têm computadores dentro de caixas, já por um ano, e também laboratórios fechados, porque os técnicos do estado ainda não foram montá-los!! Tudo isso é muito triste...
Sandra Guimarães Rosa Nova Iguaçu Manhã
Lousa digital
A reportagem é condizente ao comentário que ouço, com freqüência, de meu marido: “tudo mudou, menos a educação.” E é verdade, constatamos que a escola é uma das instituições mais resistentes à mudança.
No Brasil, há cerca de quinze - vinte anos, que o advento do computador, da Internet, das redes, do celular, da multimídia estão revolucionando nossa vida no dia-a-dia. Cada vez mais, resolvemos problemas conectados, à distância.
Logo, manter o currículo e normas, tal como estão, na prática é intolerável. As secretarias de educação precisam incentivar mudanças, flexibilização e criatividade.
O aprendizado “on line” oferece muitas vantagens, entre outras, a eliminação de distâncias geográficas e culturais, favorecendo a cultura global.
Cito, como exemplo, o C.E. Agostinho Porto, em São João de Meriti - RJ, ver www.salaportinari.com.br.
Felizmente, está mudando, podemos afirmar que há muitos grupos de profissionais e alunos realizando experiências fantásticas, fazendo a diferença.
Como vemos, professores, alunos e administradores podem avançar muito mais através da organização de currículos mais flexíveis, aulas diferentes transformando aulas entediantes em aulas dinâmicas e interessantes , em concomitância com os anseios de nossos alunos ou com a realidade de outros, já acostumados à prática da tecnologia. Há necessidade de contextualização no processo ensino - aprendizagem. Pois, a rotina, a monotonia desestimula e esteriliza a aprendizagem.
Sandra Rosa
LAMBE BOTAS RIDICULA
Hoje o professor não é o mero detentor do conhecimento ele é articulador,mediador.
O profissional que hoje não buscar e "tentar" aprimorar novos paradigmas pedagógicos estará ultrapassado no tempo se tornará arcaico.
Há muito que aprender nesse novo tempo e a escola hoje não está preparada para essas transformações.
É preciso que essa transformação chegue em nossas instituições com um caráter reformulador mas também bem discutitido e compreendido pelos profissionais,pois não basta haver laboratórios se não há profissionais motivados a esse tipo de trabalho é necessário também seduzi-los já que a resistência é maior.
Como há na reportagem as instituições e seus profissionais terão que está preparadas portanto é hora de fóruns,debates e aprimoramento deses profissionais para entenderem o processo.
Ótima reportagem,vou colocar no mural da minha escola.
Sou professora de um colégio em Duque de Caxias que possui uma sala cheia de computadores
novos que não são usados.
Embora os alunos pertençam
a uma comunidade pobre todos têm pleno domínio das novas tecnologias. São viciados em Lan House. Esperamos que para o próximo ano esteja tudo funcionando devidamente.
O processo tecnológico muitas vezes não acompanha o processo histórico-social de uma comunidade ou um povo.
Se compararmos algumas regiões do Brasil, em que nem mesmo os recursos mais essenciais existem, com as grandes metrópoles teremos acentuadas as mais diversas formas de exclusão. E muitas vezes, nem precisamos ir tão longe, basta olhar as escolas ao nosso redor para perceber que a era digital ainda não chegou.
A exclusão digital é real. Esta, muitas vezes, é reforçada pela falta de recursos, falta de informação e muitas vezes por resistência nossa.
Como “competir” com algo que desconhecemos? Com algo tão atrativo e muito mais provido de informações e recursos que a velha lousa e o livro que, não raro, é esquecido em uma gaveta por nossos alunos? Como poderemos acessar os registros lingüísticos dos vários grupos com os quais trabalhamos, se não nos propusermos a usar a tecnologia a nosso favor?
O fato é que nossos jovens e crianças apropriam-se e usam a tecnologia dos computadores para jogar, acessar a rede e papear, entre outros.
A cada um de nós cabe repensar posturas, rever idéias. Quem tem medo da tecnologia? Por que ela parece ser mais forte que o ser humano (ou mesmo o professor)? Que crenças guardamos? Que expectativas temos?
Nós somos parte do processo, por que nos excluímos, então?
A reportagem nos faz imensamente refletir sobre nossas posições enquanto cooperadores e responsáveis pelo processo ensino-aprendizagem. E o quanto podemos e devemos empregar a tecnologia a favor de novos preceitos e realizações.
Todas as escolas deveriam estar equipadas com lousas eletrônicas e salas de informática. Quando nos deparamos com uma matéria sobre o uso do computador na escola,percebemos o quanto a mesma se coloca à parte do processo de mudança. Para alguns professores, é difícl sequer imaginar suas aulas com as novas tecnologias, porém a mudança de posturas e idéias é premente e muito necessária. Não há como voltar atrás.A atualização do docente exige que ele "fale a língua do aluno" e torne suas aulas mais interessantes utilizando, inclusive, recursos tecnológicos.
Deve-se cuidar para não se valorizar demais a máquina. A remuneração dos profissionais de educação é vergonhosa.Muitas escolas públicas necessitam de reformas estruturais urgentes!E antes de se pensar em informatizar a escola, os governos deveriam se preocupar com políticas públicas que melhorassem, de fato, o nível nacional de educação, oferecendo não só igualdade de oportunidade ao acesso escolar, mas também igualdade de qualificação para o desempenho dos papéis sociais exigidos na atualidade.
A influência da tecnologia na vida de cada um é fato. A cada dia, a necessidade de fazer parte desse mundo virtual é real e democrática. É inexorável essa realidade e também fascinante.
Na educação, esse processo é lento, as escolas não acompanham o avanço tecnológico, parece um mundo à parte, no qual a mudança acontece vagarosamente, no entanto, a realidade do ensino à distância leva-nos a crer que no futuro tenhamos acesso a não só a cursos de graduação, mas também, pós-graduação e mestrado de qualidade, ou seja, seguindo exemplos de universidades de países desenvolvidos, facilitando a quem deseja o aprimoramento profissional.
Elizabeth Pereira Barbosa Chaves (Pólo: Nova Iguaçu - Turno: Manhã)
Até bem pouco tempo, o computador era um "privilégio" quase que exclusivo das escolas particulares. Com o Programa Nacional de Informática na Educação, em implementação pelo MEC e pelas Secretarias de Estado de Educação, esse "privilégio" passa a ser também de muitas escolas públicas brasileiras. Comunidades escolares de todos os lugares do Brasil movimentam-se no sentido de conseguir um laboratório de computadores e colocar seus alunos em contato com a tecnologia.Para que essa possibilidade se efetive e possa-se atingir a tão falada "qualidade da educação" é imprescindível que todos os membros da comunidade escolar, em especial os professores, sejam envolvidos no processo e na discussão sobre os objetivos e as possibilidades da introdução do computador e das redes de computadores na escola, revisando e renovando conteúdos e procedimentos, de forma que uma nova lógica possa instaurar-se na escola.
A tecnologia digital tem provocado uma revolução na educação por causa de sua capacidade de "ensinar".As possibilidades de implantação de novas técnicas de ensino são praticamente ilimitadas e contamos,hoje,com o custo financeiro relativamente baixo para implantar e manter laboratórios de computadores,cada vez mais demandados tanto por país quanto por alunos.Tudo isso causa insegurança nos professores,que num primeiro momento temem a substituição por máquinas e programas capazes de cumprir o papel antes reservado para o ser humano.Mas o computador pode realmente provocar uma mudança no paradigma pedagógico e pôr em risco a sobrevivência profissional daqueles que tratam a educação como uma simples operação de transferência de conhecimentos do mestre para o aluno.O computador pode enriquecer ambientes de aprendizagem onde o aluno,integarindo,tem a chance de construir seu conhecimento.Aí está a grande "sacada" do uso do computador,uma reviravolta que muda o foco de ensino para o construcionismo.Sei que existe resistência de muitos educadores,mas se a mudança não ocorrer,oe resultados indesejáveis poderão ser o êxodo do aluno ou a produção de educandos obsoletos.
Polo Teresópolis(tarde) Jaqueline Azeredo Coutinho
O mundo das novas tecnologias é irreversível e, por isso, tudo o que for para introduzir este mundo novo no meio da educação concordo.
Um bom fim de semana.
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semelokertes marchimundui
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