Bem-vindos ao nosso curso!
Será um prazer trabalhar com vocês.
Por favor, cliquem neste link http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/1964/artigo52914-1.htm e abram a página da revista Isto É, lá vocês encontrarão o texto A educação em rede.
Não deixem de ler e comentar, é muito interessante.
Abraços!
Flavia
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
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23 comentários:
A reportagem "Educação na rede" comprova o fato do computador, atualmente, pertencer ao universo de muitos alunos e professores. Desta forma, é inevitável sua utilização com maior aproveitamento no ambiente escolar.
O texto demonstra vários exemplos de sucesso da utilização deste recurso tecnológico. Cursos via internet beneficiam àqueles que necessitam unir trabalho e estudo ou vivem distantes dos grandes centros e, por isso, apresentam opções de estudo mais restritas.
Se analisarmos com atenção, cursos à distância não são novidades, o que é novo é o suporte proporcionado pela era digital.
A preocupação da substituição do homem pela "máquina" é compreensível e também remonta a tempos idos.
Assim sendo, é fundamental a conscientização e preparação de todos envolvidos no processo educacional, a fim de tornarem o computador um aliado e não um concorrente.
Sem sombra de dúvida,o computador é atualmente uma ferramenta de grande importância na Educação. Mas como todo fato novo, ele está sendo visto com um certo desconforto por pessoas que se sentem ameaçadas por mudanças. Todavia, podemos dizer que é algo comum em um período de adaptações.
Além de tornar as aulas mais atrativas, o computador propaga o ensino em locais de difícil acesso e permite-nos estabelecer contato com pessoas de várias regiões, e assim compreender as diversidades culturais. Mas, sinceramente, quando entro em sala de aula, ainda vejo isso com um olhar utópico, porque ainda existe uma exclusão digital muito grande em nosso país. E o pior, que muitos dos excluídos digitais são professores.
O investimento previsto para implantação de computadores nas escolas será em vão, se antes não houver a preparação do espaço físico e do profissional que fará uso dele. Nesse ponto, é de suma importância quando o Ex- Ministro da Educação, o Senador Cristovam Buarque diz que professor é cabeça, coração e bolso. "Bolso bem remunerado, coração bem dedicado e cabeça bem informada. O computador tem de estar na cabeça dele". Sem falar no bolso... Hoje em dia, o professor é apenas coração e, tenta manter a cabeça informada com o pouco recurso que lhe é dado.
É inegável a importância e utilidade do computador e demais tecnologias atuais para uma educação de qualidade e igualitária. Porém, não podemos ver esses recursos como facilitadores e, sim, como ferramentas que estão a nossa disposição para nos auxiliar na formação de pesquisadores com iniciativa e segurança. Nosso papel de “problematizadores” continuará e, com esses recursos modernos, poderemos orientar melhor o aluno - que em muitos momentos tornar-se-á o professor em assuntos de informática e internet - na busca das respostas. Esse será sempre o nosso papel: provocar o "incômodo", mas oportunizar as descobertas.
Embora um pequeno e seleto grupo de alunos e escolas já se sirvam desta tecnologia, enquanto praticamente bem mais da metade das escolas da rede de ensino público em todo o Brasil, ainda tenham que se valer do quadro de giz e de equipamentos absoletos, quando não, sem funcionar;eu acredito em uma sala de aula mais moderna para alunos e professores de qualquer rede, seja particular ou pública. E, se me for permitido escolher, quero meu equipamento igual ao do filme "Minority report". Seria o máximo!
Oi gente,
obrigada pelos comentários. Concordo com você Angela,os computadores são aliados dos professores e não seus concorrentes e já fazem parte do processo educacional. Evana disse em seu comentário que devemos dar oportunidades ao novo. É isso mesmo, como educadores, mesmo com a falta de tecnologia nas escolas, podemos mostrar aos nossos alunos, que, como discutido na última aula, são usuários de Internet, que a tecnologia vai muito além das salas de bate-papo e dos jogos eletrônicos.
Evana, não se preocupe, o equipamento do filme não está tão distante assim da realidade...
;-)
Obrigada e até sábado.
adorei a reportagem e concordo plenamente que ja deviamos estar preparados para a ¨"era digital", porem a realidade que encontramos na maioria das escolas publicas é a de exclusao digital, pois temos salas sofisticadas com computadores excelentes e nossos alunos nao têem acesso. porque? Devemos reverter esse quadro e proporcionar aos nossos alunos melhores condiçoes de estudo e qualidade de ensino, para isso acontecer devemos cobrar das familias, dos politicos e dos professores. Atraves da educaçao conseguiremos mudar nosso pais. E fundamental que todos os professores tenham acesso a informatização para que possam ensinar seus alunos com qualidade.
Não resta dúvida de que as tecnologias são essenciais à Educação, principalmente se levarmos em conta o fato de que o computador é hoje uma ferramenta indispensável ao cotidiano de professores e alunos. Os benefícios da entrada da Educação na rede são inúmeros e o leque de informações se abre e propicia a ampliação do conhecimento. Não podemos, no entanto, prescindir da presença do professor nesta nova era do ensino, pois, se assim o fizermos, estaremos caindo num equívoco sério no que diz respeito, especialmente, ao olhar crítico diante de uma massa enorme de informações - muitas delas estapafúrdias - que circula na rede. Só o professor está habilitado e munido de fundamentação teórica para poder discernir o que é bom ou ruim para seu aluno, papel que jamais poderá ser desempenhado por um simples "tutor". É conveniente registrar que muitas instituições de ensino, no afã de aparentar modernização, estão introduzindo sistemas de disciplinas on-line, dispensando professores, para ficar apenas com um mestre responsável por inúmeros alunos à distância. Isto tem gerado, além de dúvidas insanáveis por parte dos estudantes, uma desqualificação do conhecimento, dada a precariedade dos conteúdos disponibilizados na rede e, principalmente, a falta do debate, tão essencial ao aperfeiçoamento intelectual e afetivo do indivíduo. As escolas e universidades americanas usam a tecnologia, mas não abrem mão da figura humana do professor. Aqui, o ensino à distância tem se transformado, também, numa bela alternativa para empresários inescrupulosos da Educação ganharem mais dinheiro, pagando apenas a um professor quando, na forma tradicional, pagavam a 10. Em outras palavras, Educação não é instituição bancária - que precisa de alguns comandos automáticos para realizar operações financeiras e só - atividade em que, na quase totalidade das ações, o homem foi substituído pela máquina. A Educação precisa do professor, pois, além da informação, não pode abrir mão, também, da formação de indivíduos.
Pensar na explosão tecnológica que tomou conta do cotidiano das pessoas e que aos poucos vem invadindo as escolas me parece bem mais complexo do que apareta ser a simplicidade do conteúdo da reportagem "Educação na rede".
Concordo com as colegas que dizem que o computador é uma excelente ferramenta para auxiliar na aprendizagem. Eu também faço parte da legião de internautas que não conseguem se ver ser o e-mail, o msn, etc. Contudo, penso que não podemos ser utópicos demais.
Levando-se em conta que as aulas devem ser planejadas, como é que um professor que recebe R$ 480,00 reais por mês tem condições de bancar as despesas de uma prestação para comprar um computador e mantê-lo acessado em banda larga, tendo todas as dispesas de sua sobrevivência para arcar? E os alunos das escolas públicas, muitos nem tem uma moradia decente e uma boa alimentação.Não vejo tantos alunos falando em computador nas minhas aulas!
É claro que alguns alunos se sentem seduzidos pela tecnologia como eu também me sinto, mas será que todo este investimento em tecnologia dará conta de acabar com o analfabetismo, com a evasão escolar, com a falta de interesse pelos conteúdos, pela falta de vondade de ler e, principalmente, conseguirá prepará-los para competir em igualdade de condições, com os alunos das classes mais altas, pelas vagas nas universidades públicas, nos empregos bem remunerados?
Toda esta discussão é muito bonita. Tenho até vontade de agregar o meu discurso ao da reportagem, tão bem articuladas estão as palavras numa fala de convencimento. Contudo penso que o Brasil precisa passar por uma revisão mais simples e urgente não só na Educação mas em outras áreas sociais, sem a qual é impossível falar em igualdade.
Primeiro o Governo deve ter em mente que a comunidade escolar é formada de seres humanos carentes de atenções básicas. E neste caso concordo com Ana Paula, quando diz em seu comentário que "qualquer investimento será em vão se não houver preparação do espaço físico e do profissional". E não só preparo com cursos de capacitação, mas uma revisão nos salários destes profissionais para que os mesmos possam investir na sua permanente atualização, comprando livros e outros materiais audivisuais.
Acredito na importância da informatização, mas penso que outras ações devem ser tomadas em conjunto para daqui a alguns anos possamos olhar para a educação com satisfação de afirmar com orgulho que somos educadores.
O texto dos jornalistas Francisco Alves Filho e Rodrigo Cardoso (Isto É de 20/06/07) – A Educação na Rede – aborda o crescimento da informática como o maior indício da perspectiva do futuro para o ensino brasileiro. Assim sendo, a tecnologia da informação, com toda sua gama de recursos, se nos apresenta como a ferramenta de apoio incondicional ao processo educativo.
Pautados para cumprir o desígnio de atender o apelo da moderna tecnologia, projetos do governo e da iniciativa privada têm sido moldados para atender déficits nos âmbitos:
• material, com a instalação de computadores em escolas da rede pública e particular;
• estrutural, relacionados com a área de telecomunicações, no que tange, por exemplo, à criação de redes ligadas à centrais de processamento, à bancos de dados, ao desenvolvimento de softwares de acesso, ao suporte e manutenção destes programas e de hardwares e seus periféricos, responsáveis pelo funcionamento da rede;
• humano, considerando que a inserção em uma sociedade da informação impõe uma mudança nos perfis de conhecimento e ação dos indivíduos interessados e envolvidos com a eficiência das tarefas de ensinar e aprender.
Existe, nas iniciativas de educação via internet, a preocupação, não apenas com o ganho quantitativo com o atingimento de um número cada vez maior de pessoas, mas também, com a padronização em níveis de qualidade cada vez mais elevados e igualitários.
A prática destas novas metodologias de ensino tem desfeito falsos pressupostos como a falta de rigor do ensino à distância. De fato, os alunos recebem acompanhamento de tutores, participam de chats de discussão das matérias, se submetem à provas que são etapas de um processo de avaliação.
A consideração de que as máquinas estão sendo supervalorizadas em detrimento da figura do professor é refutada pelos especialistas. O papel do professor terá tanto maior confiabilidade e relevância quanto ele atue como “atribuidor de significados para o que a rede oferece” (cf. Educação e Internet, suplemento do Jornal O Globo de 27 de agosto de 2007) e, ainda, como estimulador do espírito crítico, através da capacitação dos alunos em pesquisar e selecionar informações.
A perspectiva de uma educação cada vez mais informatizada tem apontado para mudanças comportamentais nas quais o aluno se mostra mais interativo, diante do meios comunicação oferecidos; mais estimulado à expressão escrita, diante da possibilidade da publicação de conteúdos por ele criados, mais ousado e buscador de novas soluções, diante do maior acesso à pesquisa.
Dentro destas vertentes, comunicação, expressão e pesquisa, caberá ao educador “falar a língua do aluno”, buscando a melhor aplicabilidade das ferramentas pedagógicas oferecidas pelas novas tecnologias de comunicação e informação.
Obrigada Maria Alice! Certamente nós professores temos munição para iniciar uma discussão tão indispensável nesse momento. O debate que estamos fazendo no nosso curso já é um ótimo início e nosso objetivo é que essa discussão seja levada para cada instituição de ensino que vocês trabalham.
A respeito dos cursos a distância não sei se vocês leram a reportagem dizendo que os alunos que fizeram cursos a distância tiveram um desempenho superior no Enade em relação aos alunos que fizeram os mesmos cursos de forma "tradicional". Aqui está o link se vocês quiserem ver http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u327081.shtml
Não estou querendo dizer com isso que os cursos a distância são/estão melhores, mas gostaria de chamar a atenção para esta informação e deixar uma pergunta para vocês: o que essa informação nos revela?
Vamos falar sobre isso no sábado?
Abraços,
Flavia
Oi Ana Paula Almeida!
Obrigada pelo seu comentário. Sei que é difícil para o professor ser cabeça, coração e bolso. Não precisamos nem discutir a questão do bolso, mas você realmente acha que no momento que estamos vivendo ser coração e cabeça algo ainda tão difícil?
Abraços,
Flavia
Oi pessoal,
não sei se todos vão conseguir abrir o link que deixei no comentário anterior com a reportagem sobre o Enade (Folha de São Paulo 10/09/2007). Eu fiz uma cópia e vocês podem ler abaixo.
Obrigada
Flavia
Aluno a distância vai melhor no Enade
Em 7 de 13 áreas onde comparação é possível no ensino superior, alunos de curso a distância superam demais estudantes
Levantamento do exame nacional mostra que vantagem nos primeiros anos de curso é ainda maior: 9 entre 13 áreas de ensino
ANTÔNIO GOIS
DA SUCURSAL DO RIO
A educação a distância, no Brasil, ainda é vista com desconfiança por boa parte da sociedade. Os primeiros resultados no Enade (exame do MEC que avalia o ensino superior) dos alunos que ingressaram em cursos superiores com essa modalidade de ensino, no entanto, mostram que, na maioria das áreas, eles estão se saindo melhor do que os estudantes que fazem o mesmo curso, mas da maneira tradicional.
Pela primeira vez desde a criação do Enade (2004), o Inep (órgão de avaliação e pesquisa do MEC) comparou o desempenho dos alunos dos mesmos cursos nas modalidades a distância e presencial. Em sete das 13 áreas onde essa comparação é possível, alunos da modalidade a distância se saíram melhores do que os demais.
Quando a análise é feita apenas levando em conta os alunos que ainda estão na fase inicial do curso -o Enade permite separar o desempenho de ingressantes e concluintes-, o quadro é ainda mais favorável ao ensino a distância: em nove das 13 áreas o resultado foi melhor.
Nesses casos, turismo e ciências sociais apresentaram a maior vantagem favorável aos cursos a distância. Geografia e história foram os cursos em que o ensino presencial apresentou melhor desempenho.
A análise só dos concluintes ainda é limitada porque apenas quatro áreas de nível superior -administração, formação de professores, matemática e pedagogia- já têm concluintes em número suficiente para que seja tirada uma média e comparada com a dos demais.
Entre os concluintes, o melhor desempenho para estudantes a distância foi verificado em administração e matemática, enquanto em pedagogia e formação de professores o resultado foi inverso.
Apesar de bem aceita em outros países, a educação a distância -em que a maior parte do curso não é realizada em sala de aula, com um professor- ainda não deslanchou no Brasil.
Quando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, de 1996, sinalizou o incentivo dessa modalidade -regulamentada dois anos depois pelo governo federal- alguns especialistas esperavam um crescimento acelerado, afinal, o Brasil tinha -e ainda tem- uma imensa população sem nível superior espalhada por um território vasto.
Não foi isso, porém, o que aconteceu. Segundo o último Censo da Educação Superior do MEC, relativo a 2005, havia apenas 115 mil alunos matriculados em cursos de graduação a distância -o total de universitários foi de 4,5 milhões.
O censo mostra que os cursos despertam pouco interesse. Em 2005, foram oferecidas 423 mil vagas, mas apenas 234 mil estudantes se inscreveram em processos seletivos e, desses, somente 127 mil efetivamente ingressaram nos cursos.
Fogo cruzado
"Apesar das inúmeras experiências bem-sucedidas em outros países, o ensino a distância continua sob fogo cruzado no Brasil, com o argumento de que vai piorar a qualidade. Alguns até reconhecem o seu efeito democratizante, mas temem que traga ainda mais dificuldades a um sistema educacional com problemas. Os dois últimos Enades, no entanto, mostram que este temor é injustificado", avalia o diretor de Estatísticas e Avaliação da Educação Superior, Dilvo Ristoff.
A educação a distância é uma das principais apostas do Ministério da Educação na área de formação de professores.
Inspirado num programa iniciado há seis anos pelo governo do Rio, o MEC criou a UAB (Universidade Aberta do Brasil), que funcionará como um consórcio formado por universidades e centros federais que oferecerão cursos a distância.
O secretário de Educação a Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, diz que o foco na formação de professores nos primeiros cursos oferecidos pela UAB acontece não por uma limitação do curso a distância, mas sim para atender a uma demanda não atendida. "É possível estender a outras áreas, desde que não se abra mão da qualidade."
O uso do computador como ferramenta educativa é uma realidade que não há como negar, está presente na educação escolar desde a educação básica até o educação superior. Conforme abordado no texto "A Educação na Rede", não só as instituições privadas têm acesso aos recursos tecnológicos, mas também as instituições pública têm sido beneficiadas com programas como: "Sua Escola a 2000 por Hora" em que o computador e a internet facilitam o acesso a informação de alunos e professores, contribuindo com uma nova forma de aprender devido a uma metodologia diferenciada; o projeto "Universidade Aberta do Brasil", criado pelo Ministério da Educação, que tem oferecido ensino superior aos municípios brasileiros que não possuem tal oferta, ou os cursos oferecidos não são suficientes para atender a todos os cidadãos, objetivando democratizar e expandir a oferta do ensino público e gratuito.
Os tempos mudaram e a inovação no meio educacional em alguns lugares já está bem avançada, em outros com iniciativa um pouco mais "tímidas" e, infelizmente, há ainda lugares que não foram "agraciados" com tais benefícios, e isto faz-se necessário, visto que os recursos e ferramentas educativas oferecidos pelas novas tecnologias têm sido de grande importância. Cabe ao professor, tornar suas aulas mais interessantes, reconhecendo que esses novos recursos facilitam o acesso a informação e a praticidade no dia-a-dia, tanto para ele como para o aluno, mas que ele, o professor, é fundamental no processo de construção do conhecimento e que há dúvidas, que os alunos de certo terão, que só ele é capaz de esclarecer.
O uso do computador como ferramenta educativa é uma realidade que não há como negar, está presente na educação escolar desde a educação básica até o educação superior. Conforme abordado no texto "A Educação na Rede", não só as instituições privadas têm acesso aos recursos tecnológicos, mas também as instituições pública têm sido beneficiadas com programas como: "Sua Escola a 2000 por Hora" em que o computador e a internet facilitam o acesso a informação de alunos e professores, contribuindo com uma nova forma de aprender devido a uma metodologia diferenciada; o projeto "Universidade Aberta do Brasil", criado pelo Ministério da Educação, que tem oferecido ensino superior aos municípios brasileiros que não possuem tal oferta, ou os cursos oferecidos não são suficientes para atender a todos os cidadãos, objetivando democratizar e expandir a oferta do ensino público e gratuito.
Os tempos mudaram e a inovação no meio educacional em alguns lugares já está bem avançada, em outros com iniciativa um pouco mais "tímidas" e, infelizmente, há ainda lugares que não foram "agraciados" com tais benefícios, e isto faz-se necessário, visto que os recursos e ferramentas educativas oferecidos pelas novas tecnologias têm sido de grande importância. Cabe ao professor, tornar suas aulas mais interessantes, reconhecendo que esses novos recursos facilitam o acesso a informação e a praticidade no dia-a-dia, tanto para ele como para o aluno, mas que ele, o professor, é fundamental no processo de construção do conhecimento e que há dúvidas, que os alunos de certo terão, que só ele é capaz de esclarecer.
Obrigada Ana Lidia, Heloisa e Sandra pelos comentários. Vocês mencionaram questões fundamentais que nos fazem pensar na pergunta: "quem é o professor hoje?" Esta pergunta surgiu várias vezes na aula passada, vocês lembram?
Este debate está sendo muito bom para nós e espero encontrar mais opiniões aqui.
Abraços,
Flavia
A utilização do meio eletrônico viabilizou o acesso daqueles que, por motivos vários, não puderam/ não podem freqüentar uma escola. Considerando esse aspecto, a Educação à Distância propiciou uma série de vantagens educacionais, garantindo a democratização desse setor.
Por outro lado, as escolas presenciais têm sido equipadas com computadores que, muitas vezes, ficam fechados em laboratórios quase nunca freqüentados. Professores despreparados para lidar com essa nova tecnologia não percebem o quanto o computador pode ser um aliado de suas aulas.
Como professores, não podemos nos excluir desse universo que, na verdade, envolve todo nosso cotidiano.
Oi turma,
Li os comentários e só quero acrescentar que só colocar computadores na escola não resolve.Eles não fazem milagres.A
Veja de 08/08/2007 publicou uma matéria sobre pesquisa do MEC a respeito impacto do computador nas escolas brasileiras. O MEC concluiu que o aparecimento de novos laboratório de informática nas escolas fez o ensino piorar. Sem supervisão , computadores distraem mais do que ensinam. Para melhor uso da internet o professor deve indicar sites que seus alunos acessarão na hora de fazer pesquisa.Assim, o professor age como um atribuidor de significados que a rede oferece. Os alunos muitas vezes ficam "à deriva", diante de tanto conteúdo disponível.
Até sábado.
Maria Eugênia
Oi Flávia,tudo bem?
Desculpe o atraso na resposta mas não foi possível enviar antes.
A tecnologia digital a cada dia que passa está diminuindo as distâncias entre as pessoas e isto é muito bom . Mas para aqueles que têm acesso e não sabem utilizá-la, isto acaba criando constrangimento, pois sentem dificiculdades em ter que utilizar um equipamento que não faz parte da sua realidade, como é o caso daqueles mais necessitados.
É muito bom saber que existem vários recursos tecnológicos para serem utilizados nas salas de aulas, vários cursos via internet, mas o que me deixa mais triste é saber que essa distância está realmente distanciando as pessoas, pois ficam arranjando maneiras de informatizar mais,enquanto ainda existem crianças fora da escola,sem escolas despreparadas, onde nem um lugar decente para eles estudarem.
Abraços e até amanhã.
Olá turma.
Também penso ser inegável a utilidade da nova tecnologia para uma educação de qualidade.
O texto, por sinal interessantíssimo, cita o fato de que uns educadores criticam o investimento que o governo pretende fazer, comprando computadores e, por outro lado, os especilistas discordam de tal crítica por pensarem que assim o professor cumprirá com mais eficiência a tarefa de ensinar. Eu, como professora da rede pública de ensino, concordo com os especialistas, mas também não discordo dos educadores.
Como já foi citado aqui por uma companheira, só colocar as máquinas nas escolas não é a solução, pois se não houver uma supervisão, uma orientação, servirão como mera distração.
Um abraço a todos,
Fabiana Cunha.
No Brasil e principalmente na maioria das escolas públicas do Estado estão longe de oferecer esse método de ensino aos alunos. Tanto se fala sobre o assunto, mas a clientela não tem acesso a esse método na escola, haja vista que os computadores são inoperantes.]Distantes estão as escolas de possuírem lousas eletrõnicas já que 90% delas ainda usam o quadro de giz.
A tecnologia também oferece o ensino a distância tornando as pesquisas, os cursos de graduação, mestrado e doutorado mais rápido e os professores são orientadores de seus alunos.
O avançoi tecnológico faz as aulas ficarem mais interessantes e os professores deixam de ser meros donos do saber para se tornarem um supervisor que vai orientar os seus alunos.
A educação na rede é muito boa, porém longe da realidade das nossas Escolas Públicas. As escolas agora é que estão se desvinculando do giz e posso e garantir que ainda é minoria. A nossa realidade ainda é um professor mal remunerado, que sem salários dignos não se atualizam, às vezes nem têm computador em casa. Falar em lousa eletrônica, é falar em coisas distantes e muito distantes...
Quanto aos computadores, estes até chegam às escolas, mas quase sempre ficam parados por falta de profissionais. O que vejo são professores falando em avanços tecnológicos, mas atrelados a papéis e canetas e as secretarias cada vez mais "entulhadas" de pastas.
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