Professores-cursistas, postem aqui seus comentários sobre a matéria "Educação na rede", da Revista Isto é. Cliquem no link abaixo para visualizarem o referido artigo.
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/1964/artigo52914-1.htm
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7 comentários:
A utilização do computador na vida das pessoas no Brasil e no mundo é uma realidade. Por isso a sua introdução na prática pedagogica é irrefutável, no entanto a transformação da escola,como conhecemos hoje levará algum tempo para acontecer: por falta de decisão politica e pela tradição cultura de um modelo de escola.
Utilizar o computador nas aulas está ficando cada vez mais comum, o importante é que o seu uso seja de forma a facilitar tanto o aluno quanto o professor fazendo com que o ensino-aprendizagem seja dinâmico e eficaz, e que essa metodologia possa atender a todos e não só uma minoria, como ocorre atualmente.
Não há motivos para preocupação dos mais tradicionais. A internet, leia-se as novas tecnologias, não substituirá a experiência dos alunos. Este mecanismo, como qualquer outro, pode ser bem ou mal utilizado. Cabe ao professor, orientar seus alunos. Sendo assim, temos mais uma ferramenta em busca da formação de alunos críticos e participantes e não mais alunos passivos e que apenas "recebem" as informações. Será preciso criar, fazer por si mesmo. E isso trará para a sala de aula novas experiências. Virtuais, mas experiências.
ALESSANDRA MAGALHÃES
“Educação na rede” – Comentário sobre publicação da ISTO É, de 20/06/2007
Existem vários Brasis. E é uma pena que recursos de informática e internet sejam disponibilizados em algumas escolas, enquanto outras permaneçam em total abandono, como o próprio professor Cristovam Buarque menciona no artigo em questão. Sem energia elétrica, por exemplo, para que qualquer atividade possa ser desenvolvida. Ou ainda, que tantos passem fome, ou que padeçam do mal do descrédito no ensino público, por falta de oportunidades, por verem gerações sucederem-se sem perspectiva real de melhoria em suas condições de vida.
Todos esses recursos da informática são fantásticas ferramentas de trabalho para educação, se bem utilizados. Além disso, este é, sem dúvida, um caminho sem volta. De nada adianta o saudosismo dos mais velhos ou sua resistência em aceitar essa nova realidade, pois é inevitável a transformação da educação em função dos avanços tecnológicos. (As mudanças nunca são facilmente compreendidas no seu tempo.) E como educadores, devemos estar sempre antenados a todas as novidades e mudanças que se fizerem necessárias. Assim como, prontos para adaptar nossos planos de aula às novas tecnologias.
Entretanto, como o próprio professor Critovam Buarque ressaltou, de nada adianta termos escolas abarrotadas de computadores, prontos para serem roubados, se os governos não montarem estratégias de trabalho, que não só serviriam para garantir o uso correto desta ferramenta fantástica e sua segurança, como também permitiriam às disciplinas o estabelecimento de uma diretriz de trabalho. Cabendo ao professor, apenas, a adaptação deste programa à sua realidade. A interdisciplinaridade seria bem mais viável e todas as escolas poderiam, conectadas em rede, trocar experiências. Mas para isso, seria prioritariamente necessário investir-se na capacitação dos professores, oferecendo cursos de aperfeiçoamento, como o presente programa de formação continuada de professores, oferecido pelo SEE, em parceria com a PUC.
É preciso que governantes e governos elaborem seus programas, com mais responsabilidade ética para com o cidadão (eleitor), do que por interesses eleitoreiros. E que pensem no bem comum, para que assim possamos construir uma nação de incluídos.
Quanto ao mundo, e neste aspecto estamos incluídos, tomara que este sobreviva. Pois seria muito desperdício, tanto avanço tecnológico, sem planeta e gente.
Fatima Pita
O computador já é uma realidade na vida de nossos alunos, mesmo os das escolas públicas. Quem ainda não tem um em casa, freqüenta Lan Houses quase que diariamente.
O que me preocupa mais é a quantidade de professores que sempre arrumam uma desculpa para dizer que não estão preparados para enfrentar esta realidade. Se o aluno faz uma pesquisa na Internet, ele diz que foi cópia e reclama o tempo todo na sala dos professores. Porém, ele não deu previamente nenhum roteiro, para o aluno, de como obter aquele tipo de informação.
Falamos tanto em educação ambiental mas continuamos aceitando pesquisas em cartolinas e o que é pior em isopor.
A única saída é nos familiarizarmos mais com o avanço tecnológico, incluir estas ferramentas em nossas aulas, para que possamos ter melhores resultados em sala de aula. O aluno precisa ir à escola com prazer, precisa degustar as aulas. Só assim teremos um futuro melhor.
Gostaria de dirimir alguns equívocos lidos nos comentários dos colegas:
1º Computadores são movidos à energia elétrica, pelo menos até o momento, o que é altamente impactante ao meio ambiente. Portanto não são tão limpos quanto parecem. Além de virar sucata muito rapidamente.
2ºTodos nós professores continuamos recebendo trabalhos e provas em papel, pois não acredito que alguma escola disponha de alguma outra forma de documentar a avaliação de seus alunos, ou que alguma já esteja informatizada o suficiente para recebê-los virtualmente.
3ºO problema ambiental não está em se utilizar papel em provas e trabalhos e sim em não reciclarmos os materiais que utilizamos. É ainda pior para o meio ambiente os frascos de "shampoo" que utilizamos, as baterias de celulares, assim como todos os materiais descartáveis que tornam nossa vida tão mais prática...E é lastimável que nossa população se preocupe tão pouco com isso.
As pessoas precisam entender que não estamos num jogo onde uns vestem a camisa da tecnologia e outros a da ecologia. Meio ambiente é assunto sério. Temos que aprender a conviver com o avanço tecnológico, sem exaurir os recursos naturais, respeitando a natureza e buscando juntos saídas paras os problemas que são reais e urgentes.
Continuo achando que como educadores devemos ser formadores de opinião e sensibilizarmos nossos alunos para as grandes questões do mundo, sejamos professores da disciplina que for. E sejam os trabalhos entregues em cartolina, internet, ou qualquer outro material, o que importa é que naquele momento, nós os tenhamos feito pensar, para agir.
E assim teremos feito a nossa parte.
Fatima Pita
É isso aí!! Os comentários estão ótimos! Super relevantes!! Visitem o blog da Valéria. Ficou muito legal!
www.diversidadeculturalriodejaneiro.blogspot.com
Beijos a todos!!
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