sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Turma ITAPERUNA-MANHÃ

Professores-cursistas.

Que tenhamos um sábado agradável e produtivo. Sejam bem-vindos ao Módulo III do curso.

Postem aqui seus comentários sobre a matéria "Educação na rede", da Revista Isto é. Cliquem no link abaixo para visualizarem o referido texto:

http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/1964/artigo52914-1.htm

Um grande abraço a todos,

Professor Anderson

5 comentários:

Anônimo disse...

Estamos caminhando rapidamente para um mundo cada vez mais evoluido,conectado com as diversas possibilidades de comunicação, e a escola deve estar preparada para este processo. Escolas e universidades devem aprimorar o ensino com estratégias interativas.O COMPUTADOR é uma ferramenta educativa e não mais uma simples máquina de escrever. Afinado com esses novos recursos interativos, o professor cumprirá com mais eficiência a tarefa de ensinar. Interessante o que disse Cristóvam Buarque: "O professor é cabeça, coração e bolso. Bolso bem remunerado,coração bem dedicado e cabeça bem informada. O computador tem que estar na cabeça dele." CARLA MATIAS FRAGA DUARTE

Luciana disse...

A informática vem adquirindo cada vez mais relevância no cenário educacional. Sua utilização,como instrumento de aprendizagem, e sua ação no meio social aumenta consideravelmente entre nós. Entretanto, nem todos os alunos têm acesso e nem todos os profissionais sabem ou querem trabalhar com as novas tecnologias.
O professor precisa refletir sobre essa nova realidade, repensar sua prática e construir novas formas de ação que permitam não só lidar com essa nova realidade, como também construí-la.
O computador não é um substituto do professor; é um instrumento capaz de auxiliá-lo de diversas formas, pois é uma fonte inesgotável de informações ,porém nem todas as escolas possuem laboratórios de informática o que dificulta o trabalho daqueles que anseiam por essa nova forma de aprendizagem.
Cabe ao professor adaptar-se aos novos recursos interativos e passar "a falar a língua dos alunos" , pois ele " não é mais o dono do saber, nem da informação", como disse Cristóvam Buarque. LUCIANA DE CARVALHO GONÇALVES

Anônimo disse...

Então, após a leitura da matéria sobre estudo à distância da "Isto é" pude perceber que: ou "embarcamos" nesta modernidade ou nos sentiremos excluídos. É evidente que a educação (em relação às escolas públicas) está muito lenta quanto a esta inovação. Nós professores, não nos sentimos preparados, porém somos inteligentes e temos boa vontade, precisamos é de recursos financeiros para agilizarmos essa capacitação.
Eu, particularmente acredito em um ensino de qualidade à distância para quem quer, para quem tem responsabilidade e que o trabalho não o impede de fazê-lo.
Frederic Litto-presidente da Abed diz: "a educação pela internetpotencializa a chance de termos um país igualatário."
Ou fazemos um trabalho de base, desde os alfabetizadores, educando para se saber usar esta tecnologia ou formaremos seres humanos egoístas, vazias e solitários que pensam não precisar da experiência do outro.
O equilíbrio é a solução.

Anônimo disse...

É fato que a educação é um dos poucos setores que não se atualizou com os avanços tecnológicos e, em muitos lugares, está muito distante de usufruir dos benefícios e dos recursos tecnológicos.
Por outro lado, também é fato que as coisas estão mudando. Não saímos na frente; há muita gente na dianteira, mas estamos "correndo atrás do prejuízo". E, quem sabe, com o desenvolvimento da Educação à distância de qualidade e com seriedade; com as novidades em softwares e outros recursos que já começam a fazer parte de nossa realidade - até mesmo da escola pública; com a expectativa de que, através do PDE, os investimentos cheguem de fato ao seu destino e as novas tecnologias tornem-se acessíveis a todos - educadores e educandos. Enfim, com todas essas possibilidades, quem sabe, em não muito tempo, deixamos de "correr atrás" para estar ao lado (up-to-date) as maravilhas tecnológicas, usufruindo de todos os seus benefícios para o crescimento de nossos alunos - que pode se dar em todas as disciplinas - e para a felicidade geral de todos nós, educadores do século XXI.
Élia Márcia Côrtes

Anônimo disse...

Apesar da escola pública ainda estar muito atrasada em relação aos avanços tecnológicos,nós professores,temos que nos adaptar a estas mudanças.Pois na sociedade do século XXI a tecnologia é a mola mestra,porém nem todas as escolas tem o privilégio de usufruir desses recursos,já que além da nossa vontade isso envolve várias questões políticas e de recursos atrasados para o seu implemento.
Esperamos que em breve todas as escolas desfrutem desta tecnologia para que as aulas se tornem mais atrativas e desperte nos alunos o prazer pelo conhecimento.

Maria Aparecida

Maria Aparecida